sexta-feira, 28 de agosto de 2026

ARAÇAZEIRO

FRUTAS ESQUECIDAS DOS VELHOS TEMPOS

 

O velho araçazeiro, (os tupis chamavam de aracá); muito abundante na nossa granja em Lagoa Seca, Paraíba; é uma planta da família Myrtaceae, mesma família da jabuticaba e da goiaba. O Araçá é um nome popular utilizado em referência a algumas espécies, fruta das mais queridas da minha irmã Ceres, hoje talvez, apreciando no outro lado da vida, ainda hoje conservo vários pés. É um fruto nativo do Brasil encontrado em quase todo Nordeste. Existe uma grande variedade, porém a que mais abunda na nossa região é a variedade conhecida como araçá-amarelo, Psidium cattleyanum, possuem casca amarela brilhante e polpa suculenta, azedinha e doce. É um arbusto ou pequena árvore de 2 a 4 metros de altura. Folhas Verdes e pequenas seus fruto tem um formato redondo, com casca lisa que passa do verde ao amarelo na maturação com polpa com pequenas sementes duras. Possui mais vitamina C do que muitos outros cítricos; aumenta a ação antioxidante, ajuda na digestão, aumenta nossa imunidade, suas folhas amenizam na forma de chá as dores de barriga e diarreia, anti-hemorrágica. Faz uma ótima geleia, sucos, sorvetes, licores, doces, araçazadas e ainda serve como um bom tira-gosto. É uma maravilha quando consumida logo cedo da manhã, direto do pé quando bem maduro e amarelinho, principalmente quando não estão atacados pela mosca-das-frutas ou como é mais conhecido o bicho da fruta, que inevitavelmente vez por outra a Drosophila melanogaster que possui 381 proteínas no esperma da mosca, desce de garganta abaixo indo sem a gente querer diminuir nossa fertilidade masculina.  Por isso, porquanto e por tudo cuidado com a amarelinha.

Grijalva

28/08/2026

 

 

 

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sábado, 22 de agosto de 2026

Dia do folclore

 

Comemorando o Dia do Folclore no Brasil, catuquei um pedaço de tempo no meu notebook encontrei essas ledas mais comuns. Duas personagens que mais gosto são o Saci e Cumadre Fulôzinha.

O Dia do Folclore Brasileiro é celebrado em 22 de agosto. A data homenageia as tradições, mitos, lendas, festas populares, danças e saberes que formam a identidade cultural do país e passam de pais para filhos. Esse dia foi escolhido porque nessa mesma data, no ano de 1846, o escritor inglês William John Thoms criou a palavra "folklore".

Ele juntou folk (povo) com lore (saber, ciência) para definir o conhecimento tradicional de um povo.

No Brasil, a data foi oficializada em 17 de agosto de 1965 pelo Decreto nº 56.747 por meio do Decreto nº 56.747, assinado pelo então presidente militar Humberto de Alencar Castello Branco e por seu Ministro da Educação, Flávio Suplicy de Lacerda. No texto do decreto, há referência direta a William John Thoms e ao seu pioneirismo na pesquisa das culturas populares.

Restrito a três artigos, o conteúdo do decreto determina o ensino do folclore como sendo de importância fundamental para a cultura do país, como pode ser visto a seguir:

Art. 1º Será celebrado anualmente, a 22 de agosto, em todo o território nacional, o Dia do Folclore.

Art. 2º A Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro do Ministério da Educação e Cultura e a Comissão Nacional do Folclore do Instituto Brasileiro da Educação, Ciência e Cultura e respectivas entidades estaduais deverão comemorar o Dia do Folclore e associarem-se a promoções de iniciativa oficial ou privada, estimulando ainda, nos estabelecimentos de curso primário, médio e superior, as celebrações que realcem a importância do folclore na formação cultural do país.

Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário.

Brasília, 17 de agosto de 1965; 144º da Independência e 77º da República.

O escritor Monteiro Lobato foi um dos responsáveis por popularizar personagens do nosso folclore, autor de vários livros sobre o assunto.

Lendas e Mitos:

Saci-Pererê, menino negro de uma perna só, gorro vermelho e cachimbo.

Curupira, protetor das matas com os pés virados para trás. entidade da floresta que é pequeno, possui cabelos vermelhos e os pés ao contrário, era uma espécie de protetor da floresta que aterrorizava aqueles que a destruíam.

Iara (Mãe d'Água), sereia dos rios que encanta os pescadores. de origem tupi. Iara significa “Senhora das Águas”. Esta personagem é representada por uma sereia belíssima que atrai os pescadores com suas doces canções a fim de matá-los.

Boitatá, cobra de fogo que protege as florestas e os animais.  cobra de fogo que, na lenda, atacava aqueles que incendiavam a floresta.

Mula sem Cabeça, mulher que vira uma mula com chamas no lugar da cabeça. na tradição popular, mulheres que se deitavam com sacerdotes religiosos poderiam ser amaldiçoadas e transformar-se em uma mula que galopa soltando fogo pela cabeça e assombrando aqueles que encontra.

Boto-Cor-de-Rosa, animal que se transforma em homem elegante à noite para seduzir mulheres. ser muito conhecido do folclore amazônico que, na lenda, transformava-se em um homem sedutor que frequentava festas, seduzindo e engravidando mulheres solteiras.

Cuca, bruxa em forma de jacaré que pega crianças desobedientes. Ela é uma personagem muito temida pelas crianças, representada por velha feia e malvada com cara de jacaré que raramente dorme.

Lobisomem, homem que se transforma em lobo nas noites de lua cheia.

Negrinho do Pastoreio, menino escravizado cujas lendas falam de milagres e proteção.

Vitória-Régia, uma índia que se apaixonou por Jaci, o deus da Lua, esperava por ele todas as noites. Vendo a luz de Jaci refletida no rio, a índia Naiá inclina-se para beijá-lo e morre afogada, sendo transformada em uma planta conhecida como “estrela das águas”.

Caipora, criatura, homem ou mulher, que é a protetora dos animais e das florestas. Além de assustar os caçadores com uivos altos, ela os distrai com pistas falsas, fazendo eles se perderem na floresta.

Cobra Grande, também conhecida como Cobra Honorato ou Norato, seu pai é uma cobra gigante e sua mãe é uma índia, que abandona seus dois filhos no rio após dar à luz e verificar que ambos têm aspecto de cobra.

Cumadre Fulôzinha, Espírito travesso das matas do Nordeste, é uma famosa entidade de proteção da natureza, especialmente na Zona da Mata de Pernambuco e na Paraíba. Ela é retratada como uma menina ou indiazinha de longos cabelos negros que prega peças em quem desrespeita a mata.

Gralha-Azul, teve origem no estado do Paraná, na região sul do Brasil. Conta-se que uma gralha recebeu da Mãe Natureza um pinhão para matar sua fome. A ave, que ficou muito feliz e satisfeita com o alimento, comeu metade do pinhão e enterrou a outra para se alimentar depois, mas se esqueceu onde havia escondido o restante do fruto.

Acutipupu, criatura que hora é homem, hora é mulher. Com corpo masculino, fecunda mulheres que tem meninos valentes, enquanto com o corpo feminino, dá à luz, a belas meninas.

Ahó-Ahó, monstro parecido com uma ovelha que devora as pessoas, especialmente os indígenas que fugiam das missões jesuítas para regressar as suas aldeias.

Alamoa, mulher atraente que seduz marinheiros e pescadores, tal como as sereias, e se transforma numa figura monstruosa, desaparecendo com as suas vítimas.

Barba Ruiva, homem encantado que, ao longo do dia, é capaz de se transformar em menino, moço e velho. Abandonado por sua mãe, ele foi acolhido por Iara.

Bicho-Papão, monstro que fica embaixo da cama, atrás da porta ou dentro do armário e assusta as crianças malcriadas e mal-educadas durante a noite e que, ainda, pode comer as mais teimosas.

Safado, história contada por dona Ciça, - moradora no sitio de meu tio José Narciso em Lagoa Seca paraíba - mãe de Zefinha, aos netos. Contadas por um deles numa limpa de um olho d’água chamada Ingazeira. Cabra feio e desengonçado, que rastejava que nem cachorro doente depois do pôr do sol; corria atrás de menino teimoso e preguiçoso e quando o alcançava mordia nas pernas. A finalidade dessa história era para forçar a meninada voltar para casa cedo e não sair mais de casa durante a noite.

Bradador, Alma penada que sai vagando pelo mato às sextas-feiras depois da meia-noite. O motivo de ter sido devolvido à terra depois de enterrado é o morto não ter pagado todos os seus pecados.

Corpo-seco, espírito de homem que recebeu a maldição de ficar vagando pela noite, porque em vida cometeu pecado imperdoável, e seu corpo não é aceito nem por Deus, nem pelo diabo, e a própria terra o rejeita.

Guaraná, os olhos de um indiozinho muito estimado na tribo foram plantados a fim de que nascesse uma plantinha que desse energia às pessoas, dando origem ao guaraná. O menino tinha sido morto pelo invejoso deus da escuridão.

Jupurari, Deus da escuridão, visitava os indígenas durante o sono para provocar pesadelos. Em outras versões da lenda, Jurupari é um legislador de povos indígenas, que ao nascer revelou que traria leis aos homens.

Mãe de ouro, uma bonita mulher que voa, assume a forma de bola de fogo, e consegue encontrar ouro escondido para o proteger da extração, motivo pelo qual é conhecida como "protetora dos tesouros".

Mandioca, Mani, uma indiazinha muito querida, morreu e foi enterrada por sua mãe na sua oca, que com seu choro parecia regar a terra. Nesse lugar, nasceu um tubérculo nutritivo, a mandioca.

Papa-figo, um velho corcunda e barbudo, também conhecido como “homem do saco”, justamente por vagar pelas ruas com um saco nas costas onde guarda crianças desobedientes para, de seguida, comer os seus fígados.

Minhocão, Cobra-Grande (Boiuna), segundo a crença popular, o minhocão é uma cobra gigantesca que vive no Rio São Francisco e se move por baixo da terra. Seja nas águas ou em terra firme, a cobra causa estrago por onde passa, pois provoca desmoronamentos, abre grutas enormes e oferece risco de naufrágio aos pescadores e embarcações da região.

 Chico Rei surgiu na cidade de Ouro Preto, no estado de Minas Gerais. Conta-se na região que Chico era rei em uma aldeia no Congo e foi trazido para o Brasil contra sua vontade para trabalhar como escravo nas minas de ouro.

 Pai do Mato é meio homem e meio bicho, pois possui cabelos longos, unhas grandes, dentes afiados e patas de bode. Mesmo com a aparência diferente, o Pai do Mato é conhecido como um ser que cuida dos animais e ataca somente as pessoas que querem fazer mal aos bichos que vivem na floresta.

Todas as noites ele sai pelas matas montado em seu porco-do-mato para conferir se todos os animais estão em segurança.

Anhangá, o fantasma das florestas, é um espírito protetor dos animais na mitologia tupi-guarani. Aparece geralmente como um veado branco de olhos de fogo. Persegue e assusta caçadores que matam por prazer ou que caçam fêmeas prenhes.

Pisadeira, assombração de uma mulher esquelética que pisa no peito das pessoas provocando paralisia do sono quando estão dormindo.

Caboclo d'Água, monstro que habita os rios e assusta pescadores, comum em Minas Gerais.

Romãozinho, menino maldoso e travesso que prega peças cruéis.

Mão de Pau, aparição folclórica que assombrava estradas antigas. 

Mapinguari, monstro peludo e ciclope das matas da Amazônia que devora caçadores.

Caboclo d'Água, criatura anfíbia que vive no Rio São Francisco e vira canoas.

Capelobo, monstro com corpo de homem e cabeça de cachorro/tamanduá.

Mangangá, valente lendário das lendas nordestinas de capoeira e valentia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

HISTÓRIAS VIOLENTAS NO BRASIL

 

BRASIL

Guerras, revoltas, motins, sedições, levantes, rebeliões, sublevações, insurreições, conjurações, inconfidências, conspirações, golpes de estado, conflitos, invasões, revoluções, desordens, intervenções, intentonas, brigas, resistências, tumultos, movimentos, grupos de cangaço, lutas, massacres, batalhas, tramas, insurgências, intolerâncias, conflitos.

 

Primeiros envolvimentos violentos de estrangeiros nas terras recém descobertas.

 

1500 – Vicente Yáñez Pinzón é considerado o descobridor do Brasil pelas enciclopédias Britânica e Barsa, por ter atingido o Cabo de Santo Agostinho no litoral de Pernambuco em 26 de janeiro de 1500, por ele denominado Cabo de Santa Maria de la Consolacion, mas estava ciente que as terras pertenciam a Portugal de acordo com o Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494 entre Portugal e Espanha.

Após descobrir o 2º cabo perto da Tigioca, se envolvera em uma refrega perdendo 11 tripulantes, porém capturou trinta e seis nativos, que mais tarde apresentou como escravos ao bispo Juan de Fonseca em Sevilha.

(Igioca ou Tigioca/Tijioca refere-se principalmente a um acidente geográfico histórico - os chamados "baixos da Tigioca" - localizado na região da foz do Rio Amazonas e da Baía do Guajará, no Pará.)

Vicente Yáñez Pinzón (1462-1514) nasceu em Palos de la Frontera, na costa da Andaluzia, Espanha, integrante de uma família de navegadores, acompanhou o genovês Cristóvão Colombo na viagem que partiu do porto de Palos, no dia 3 de agosto de 1492 com 4 caravelas e chegou ao novo mundo, na caravela Nina e seu irmão Martim Afonso Pinzón comandando a caravela Pinta.

1500 - Diego de Lepe foi um navegador espanhol. Primo de Vicente Yáñez Pinzón, partiu do porto de Palos de la Frontera, no Sul da Espanha, no início de dezembro de 1499, e alcançou a costa do Brasil, na altura do cabo de Santo Agostinho, em fevereiro de 1500. Aportou com duas caravelas perto do 1º. cabo que Pinzon havia descoberto em fevereiro.      

Em sua passagem pela Amazônia, protagonizou o primeiro massacre de indígenas no Brasil. Ao se deparar com a população nativa, foi atacado e perdeu na refrega 10 homens ao ser recebido com violência - possivelmente por tupinambás, que reagiam ao sequestro de 36 indígenas por parte da expedição anterior de seu primo. Refugiou-se em sua embarcação e, em resposta, ordenou sua equipe que disparassem seus arcabuzes contra os nativos.         

 Lepe encontrado anos depois, pelos cruzeiros portugueses, traficando na costa da África, veio a morrer enforcado. (História Geral do Brasil v1, p83 (notas. xi). 4ª. Edição integral -Tomo 1º. 5ª edição.)

Continua...

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Serpens. Misericordia nociva

 

A serpente nociva para o misericordioso

 

Quem leva ajuda aos maus, depois de um tempo sofre.

Um sujeito pegou do chão uma cobra enrijecida pelo gelo

e a aquece no regaço, ele próprio misericordioso contra si;

pois, assim que ela se refez, matou o homem imediatamente.

Como uma outra lhe perguntasse a causa da má ação, 

respondeu: “Para ninguém aprender a ser útil aos malvados”.

Serpens. Misericordia nociva.

Qui fert malis auxilium post tempus dolet.

Gelu rigentem quidam colubram sustulit

Sinuque fovit contra se ipse misericors:

Namque ut refecta est necuit hominem protinus.

Hanc alia cum rogaret causam facinoris,

Respondit: Ne quis discat prodesse improbis.

Fedro.

 


quarta-feira, 12 de agosto de 2026

AS ABELHAS E OS ZANGÕES E A VESPA JUIZ

 

AS ABELHAS E OS ZANGÕES E A VESPA JUIZ

 

Lembranças do meu tempo no ginásio, onde se aprendia latim e francês.

 

As abelhas tinham feito seus favos no alto de um carvalho.

 

Os zangões preguiçosos diziam que eram deles.

 

O litígio foi levado ao foro, com a vespa de juiz;

 

Esta, uma vez que conhecia muito belamente ambos os gêneros,

 

propôs para as duas partes esta lei:

 

“Vosso corpo não é diferente e a cor é igual,

 

de modo que, com razão, o caso resultou em completa dúvida.

 

Mas, para que meu escrúpulo não cometa um erro por imprudência,

 

tomai as colmeias e vertei vossa produção nas ceras,

 

para que do sabor do mel e da forma do favo,

 

apareça o autor das coisas de que se trata agora”.

 

Os zangões recusam, às abelhas a condição agrada.

 

Então aquela apresentou esta sentença:

 

“Está claro quem não pode fazer e quem fez.

 

Por isso restituo às abelhas o seu fruto”.

 

Eu teria passado esta fábula em silêncio,

 

se os zangões não tivessem recusado o trato combinado.

 

 

Apes et fuci vespa iudice.

Apes in alta fecerant quercu favos:

 

Hos fuci inertes esse dicebant suos.

 

Lis ad forum deducta est, vespa iudice.

 

Quae genus utrumque nosset cum pulcherrime,

 

Legem duabus hanc proposuit partibus:

 

Non inconveniens corpus et par est color,

 

In dubium plane res ut merito venerit.

 

Sed ne religio peccet inprudens mea,

 

Alvos accipite et ceris opus infundite,

 

Ut ex sapore mellis et forma favi,

 

De quis nunc agitur, auctor horum appareat.

 

Fuci recusant: apibus condicio placet.

 

Tunc illa tali ius tulit sententiam:

 

Apertum est quis non possit et quis fecerit.

 

Quapropter apibus fructum restituo suum.

 

Hanc praeterissem fabulam silentio,

 

Si pactam fuci non recusassent fidem.


O LEÃO E O RATO

 

 

 

O LEÃO E O RATO

 

Certo dia, estava um Leão a dormir a sesta quando um ratinho começou a correr por cima dele. O Leão acordou, pôs-lhe a pata em cima, abriu a bocarra e preparou-se para o engolir.

- Perdoa-me! - gritou o ratinho - Perdoa-me desta vez e eu nunca o esquecerei. Quem sabe se um dia não precisarás de mim?

O Leão ficou tão divertido com esta ideia que levantou a pata e o deixou partir.

Dias depois o Leão caiu numa armadilha. Como os caçadores o queriam oferecer vivo ao Rei, amarraram-no a uma árvore e partiram à procura de um meio para o transportarem.

Nisto, apareceu o ratinho. Vendo a triste situação em que o Leão se encontrava, roeu as cordas que o prendiam.

E foi assim que um ratinho pequenino salvou o Rei dos Animais.

 

MORAL DA HISTÓRIA:

 

A história nos ensina que não devemos subestimar os outros e que devemos tratar todas as pessoas com gentileza e respeito, independentemente do seu tamanho, aparência ou poder.

A história mostra que atos de bondade e ajuda mútua são importantes para criar laços de amizade e solidariedade entre as pessoas, e não porque esperamos receber algo em troca.

Fábulas de Jean de La Fontaine